sábado, 13 de setembro de 2014

VOCÊ GOZOU O BENEFÍCIO DO ABONO ASSIDUIDADE?

13.09 - 10.10hs
Conquistado na campanha salarial de 2013, o abono assiduidade é direito de todo o trabalhador que, no ano em curso do acordo assinado (2012/2013) não tenha se ausentado do trabalho sem justa causa.
Então todos os bancários que trabalharam corretamente, sem ausência ou comprovação dela, merecem este dia de abono e deve ser negociado com o gestor local, como diz a cláusula 24ª que versa sobre o assunto, entre o gestor e o trabalhador.
Esta cláusula não tem caráter cumulativo, nem pode ser transformada em espécie, portanto, goza-la é a única alternativa e foi negociada para isso. Aliás, estamos negociando uma possível melhora neste abono.
O que nos resta agora é perguntar se todos estão cientes desta conquista e se fizeram uso dela!

Estamos preparando uma enquete sobre o assunto que todos receberão e peço que respondam com urgência.

CRIADO O FACEBOOK DOS BANCÁRIOS DE SOROCABA.

13.09 - 10.09hs
Esta é mais uma ferramenta propiciada pelo Sindicato dos Bancários de Sorocaba.
Com elas esperamos poder chegar a todos os bancários de nossa base territorial, que é composta por 40 cidades e é uma das maiores do estado de São Paulo.
O Facebook tem se mostrado um companheiro inseparável de homens e mulheres, jovens e adultos, de todos os gêneros, raças e credos.
Através dele a comunicação é rápida e instantânea, sendo possível propagar as informações que precisamos para desempenhar nossas funções com eficiência e responsabilidade.
Falando em responsabilidade, quero apelar para que os comentários e informações que nele transitarem seja o mais fiel possível e que seja deixado de lado qualquer outro tipo de mensagem, que não seja a profissional e de proveito geral.

No mais é aproveitar o espaço de contato para eliminar dúvidas e agregar conhecimento sobre nossa categoria profissional, uma das mais valorosas de todo o mundo!

DENUNCIAMOS O BANCO DO BRASIL DA REGIÃO DE SOROCABA A FENABAN!

13.09 - 10.08hs
Várias denúncias estão chegando diariamente, das ameaças que os funcionários têm recebido de sua administração direta.
Os gerentes (os mais conscientes) estão entre a cruz e a espada, entre obedecer cegamente as orientações abusivas e antiéticas do banco ou respeitar o ser humano, responsável direto pelo sucesso e crescimento do banco nos últimos anos.
Existem subsídios suficientes para considerar os mandos regionais abusivos e até agressivo, o que chamamos de assédio moral, pois existem xingamentos e ameaças concretas de descomissionamento aos que descumprirem suas ordens.
Não é possível que o Banco do Brasil consiga transformar seus comandados em cordeirinhos mansos e ignore todo um passado que antecede esta caminhada gloriosa feita por homens e mulheres de bem!
Um banco gerido por um governo federal não pode fazer dele uma simples marionete e seus funcionários não podem agir como tal.
 Este é o momento de lutar por melhores condições de trabalho e salários dignos, capazes de suportar os gastos mínimos com saúde, educação e bem estar de nossos familiares!

Funcionários do Banco do Brasil sejam conscientes. A luta é de toda a categoria!

O “OPORTUNISMO” COMEÇOU APARECER!

13.09 - 10.07 hs
Como acontece há anos, alguns bancos e em especial o Banco do Brasil, começa divulgar entre os seus comandados que o índice é “tanto” e que a greve começará no dia “tal”.
Também costumam dizer que a atuação do movimento sindical é jogo de cena e que já está tudo combinado. Bom seria se o jogo de cena fosse verdadeiro, assim saberíamos com antecedência qual seria nossa conquista.
Porem o que temos de real é que, baseados em anos anteriores, sabemos qual será atitude do banco e as ordens passadas aos seus comandados, que já começaram receber nos últimos dias.
Sob uma forte ameaça, as ordens são para uma “greve de faz de conta”, com portas fechadas e produtividade em alta através de telefonemas e visitas inclusive aos clientes dos demais bancos fechados verdadeiramente.
Afinal de contas, quem faz jogo de cena? Se o banco propaga o índice, porque não propõe isso na mesa? Se o banco já sabe, porque se esconde atrás da greve da categoria com alegações de que a PLR será maior se todos “furarem a greve”?

Isso é medo da força que a categoria bancária tem. Juntos, bancários e sindicato são muito melhores e o Banco do Brasil sabe disso!

QUAL A VELOCIDADE DAS NEGOCIAÇÕES?

13.09 - 10.06hs
Uma discussão feita após a rodada do último dia 11 provocou a manifestação de todos os participantes na avaliação desta campanha.
Não existe e nunca existirá uma negociação que fuja a realidade de que ela acontece no tempo exato e elas não são lentas ou rápidas, como dizem alguns.
É preciso respeitar a condição de que as mesas, enquanto elas acontecerem, sejam esgotadas e todas as argumentações, expostas ao conjunto patronal.
É claro que teremos um final neste processo e que as assembleias serão convocadas com o tempo necessário para que não sejam feridos os princípios legais, então cabe ao comando de negociação definir o momento exato para cada passo dado, sempre em frente com objetividade e responsabilidade.

Este é o tempo real!

REGRA BÁSICA DA PLR PODE SER MELHOR E MAIOR PARA O TRABALHADOR BANCÁRIO.

13.09 - 10.05hs
Desde 1997 a regra básica da PLR é de 90% do salário individual, mais uma verba fixa que é negociada e melhorada a todo ano.
O critério de distribuição de 5% do lucro não é mais pago com fidelidade e os bancos se baseiam no teto estipulado (limitador) para justificar a distribuição menor desta verba importante para nossa categoria.
Reivindicamos que alem de pagar sua totalidade, que tenhamos nesta negociação a majoração deste percentual, para qualquer índice superior ao atual.
Naquele período tínhamos mais instituições financeiras e a distribuição da renda era muito melhor e idêntica em todos os bancos. Hoje as instituições diminuíram muito, umas “engolindo” as outras e o pagamento da PLR tem sido desigual e menor.

Como já foi dito anteriormente, o agendamento da rodada do próximo dia 19 é aguardado pelo movimento sindical bancário, pois os banqueiros estarão reunidos no dia anterior, 18 de setembro.

CONTRA AS ARGUMENTAÇÕES PATRONAIS, NÚMEROS!

13.09 - 10.04hs
Vários foram os argumentos, muitos vazios, outros contestáveis e nunca foi diferente.
O assunto discutido era a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Temos motivos suficientes para reivindicar melhorias nesta forma de distribuição de renda, que a nosso ver está defasado e desigual.
A Fenaban diz sempre que é justa com os pagamentos, que as dificuldades são muitas, que nem todos os bancos podem pagar, mas de fato a regra é clara e se houve lucro existe uma formula de calculo, até que seja provado o contrario, ela é justa.
Diante das negativas da Fenaban, consideramos que desde sua idealização em 1994, o pagamento da PLR nunca foi tão desigual e os números que apresentamos foi incontestável, que desde então os bancos cresceram 1.067%, enquanto que um caixa (citado como exemplo) recebe em média 338% como crédito desta verba.
Também sobre a PLR adicional contestamos a regra de 2.2 salários e o teto de pagamento, considerando que os lucros apresentados anualmente suportam os respectivos pagamentos.

Aguardamos para a próxima rodada (provavelmente dia 19) as respostas para nossas afirmações.