terça-feira, 22 de julho de 2014

Seminário para discutir Inteligência Emocional nas Escolas.

22.07 - 17.16
A proposta foi feita pela deputada Iara Bernardi (PT/SP) e o deputado Alex Canziani (PT/PR),  Presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação, na Câmara Federal, solicitando a realização do I Seminário Internacional de Educação e Inteligência Emocional, para discutir as abordagens da emoção e da inteligência e seus impactos nas escolas brasileiras. O evento deve ser realizado na sede da UFSCar Sorocaba para reunir professores, educadores, psicólogos e outros profissionais da área da Educação de toda a região de Sorocaba. O Seminário Internacional sobre Inteligência Emocional visa atualizar, intercambiar estudos, pesquisas, programas e projetos entre educadores, gestores, instituições públicas e privadas na área da educação, para avançar na implementação de propostas pedagógicas nas escolas.
"É fundamental ensinar a crianças, jovens e adultos a lidarem com as emoções”, explicou a deputada Iara.

A ideia do seminário surgiu, quando o psiquiatra e professor Augusto Cury esteve em Brasília apresentando aos deputados da Comissão de Educação a palestra “Escola da Inteligência: Educando a Emoção e Formando Pensadores". Cury é autor de livros como "O Código da Inteligência" e "Armadilhas da Mente". O objetivo dos parlamentares é realizar o seminário ainda este ano e levar aos participantes palestras e trocas de experiências.
(fonte: assessoria Dep.Iara Bernardi)

É interessante discutir a Inteligência Emocional do Brasileiro.

22.07 - 17.15hs
Depois do evento copa do mundo, muito se falou sobre o estado emocional dos jogadores que choravam a todo o momento.
Também devemos lembrar que na copa da áfrica, nossos jogadores se desesperaram com o resultado da partida que nos eliminou e cada qual a seu modo, abandonou sua função e tentou resolver a partida de qualquer modo e sozinho.
A emoção do hino nacional, a disputa de uma copa do mundo em seu país, a projeção mundial da autoimagem, a oportunidade de negócios futuros, a origem humilde, tudo contribuiu para desestabilizar o brasileiro que não é preparado psicologicamente para isso. Também tem a falta de treinos específicos e a crença de que somos os melhores do mundo, mas falando mentalmente, é um desafio a ser vencido.
Somos um povo alegre e receptivo, mas não brigamos por nossos direitos quando a necessidade ou as oportunidades aparecem e fora o futebol, a cachaça e o cigarro, todo o restante de nossa existência passa despercebida, como se o mundo fosse cor de rosa.
O nosso futebol chegou no nível das demais prioridades sociais que ignoramos por cultura, a discussão do “emocional nas escolas” chega em boa hora, desde que os demais políticos se interessem pelo assunto.

Quem sabe este não será o passo fundamental que falta em nossa sociedade!

sábado, 19 de julho de 2014

BANCOS UNIFICAM CAIXAS ELETRÔNICOS COM BANCO24HORAS.

19.07 - 21.50
BRADESCO (16,31%), BB (13,53%), ITAÚ (25,94%), SANTANDER (20,82%), HSBC (9,02%), CEF (5,95%) E CITI (5,64%), todos acionistas da TecBan fazem parte do grande pacote de bancos que finalmente chegaram a um acordo e podem dividir a rede de caixas eletrônicos “Banco24Horas” amigavelmente, ao qual chamam de rede compartilhada. Este projeto já estava semi-pronto em fevereiro e por questões de governança a CEF precisaria ter 10% das ações e as transações foram feitas com os maiores acionistas (Itaú, Santander, Bradesco e BB), que venderam 1,01% de suas respectivas ações para ela.
O plano é que em quatro anos os caixas eletrônicos sejam substituídos pelos terminais 24 horas e possam ser acessados por clientes daqueles bancos. O diretor-geral da TecBan quer administra a rede Banco24Horas, Jaques Rosenzvaig diz que o cliente será beneficiado com o acordo, garantindo aumento de eficiência e maior capilaridade.
A TecBan que tem os bancos conveniados como seus acionistas, informa que hoje existem 27 mil terminais fora das agências, dos quais aproximadamente 16 mil são da rede Banco24Horas, projetando então a troca de 11 mil terminais. Prometem crescer onde houver atrativos e os bancos poderão manter suas maquinas onde desejarem, copiando a rede compartilhada já feita em outros países. Até 2020 a TecBan deseja atingir 34 mil terminais de autoatendimento em todo o território nacional. O cliente não sentirá as mudanças, pois já paga o custo pelos acessos determinados pela Resolução do Banco Central.
Uma das vantagens do processo é deixar de se preocupar com a segurança dos caixas eletrônicos fora das agências, pois o numero de assaltos cresceu nos últimos anos. Este problema passará ser preocupação da TecBan.  A outra grande vantagem é a economia em investimentos. Ainda sobre vantagens, os bancos de menor porte poderão usufruir de uma rede compartilhada maior e mais eficiente a sua disposição. O banco Santander manifestou através de sua diretoria a satisfação em afirmar que seus clientes terão um numero maior de maquinas a sua disposição.

Nem a TecBan, muito menos os bancos informam os investimentos previstos ou os ganhos estimados com as trocas das máquinas. De qualquer maneira os acionistas afirmam que este acordo reduzirá custos com segurança, transporte de valores, equipamentos e manutenção, com eficiência e sem custo extra para os clientes.

ECONOMIA É O GRANDE OBJETIVO. QUESTÃO SEGURANÇA TAMBÉM INTERFERE.

19.07 - 21.48
Fica claro quando lemos a matéria de compartilhamento do Banco24Horas, que os bancos investem cada vez mais naquilo que lhe interessa.
A economia é sem sombra de dúvidas o maior objetivo. Contratando os serviços do Banco24Horas ficam livres de custos com transporte de valores, manutenções, maquinários e expandem seus horizontes, o que mais interessa para os bancos de menor porte.
Na mesma tacada os bancos ficam livres do quesito “segurança”, que é motivo de discórdia com o movimento sindical e no impasse, eles alegam que o problema é de segurança pública.
O cliente nunca foi consultado sobre seus desejos e necessidades. O que os bancos afirmam é pensamento de suas diretorias. Só faltava o aumento de custos ou tarifas, que é regulamentada pelo BC recair sobre os clientes, aí o pacote fechava com excelência e os lucros seriam monstruosos.
A sociedade assiste a tudo com passividade, pagando por tudo, sendo mal atendida, correndo riscos de roubo e morte, perdendo tempo e paciência, enquanto os bancos fazem o que querem, sem interferência governamental ou judicial.

Logo os banqueiros estarão sentados em seus escritórios, olhando e administrando seus lucros provenientes da mão de obra terceirizada e não precisarão aprovar o PL 4330, pois oficialmente, nada é feito em defesa do cliente!

LEI DE ESPERA NA FILA DOS BANCOS DE SOROCABA ESTÁ POR SER ALTERADA.

19.07 - 21.46
Nesta última sexta-feira (18), recebemos cópia do projeto que altera a lei que regulamenta o tempo de espera nas agências e correspondentes bancários em nossa cidade.
Com simplicidade, o Vereador Martinez que é o líder do partido na Câmara Municipal, disponibilizou o texto para que fizéssemos nossas observações e como desejo da categoria, elas foram feitas com objetividade.
Os motivos pelo qual a lei coloca um teto de 24 meses entre a primeira e a quinta autuação, que possibilita a cassação do alvará de funcionamento da agência infratora, não ficou claro, pois em nove anos de existência da referida lei, nenhum banco foi prejudicado com tal procedimento.
Entre várias observações feitas, o apontamento do PROCON como entidade responsável pelas fiscalizações ficou evidente, como deseja a categoria que muito raramente vê as agências  fiscalizadas.
Alguns exemplos de falta de autuação das fiscalizações são: divisória entre os caixas e a fila de espera mal colocada, ausência de portas giratórias e vigilantes, portas giratórias instaladas sem finalidade, descumprimento diária na lei de espera em fila de banco e correspondente bancário, inexistência de informações quanto ao fornecimento de senha e tempo de espera, ausência dos guarda volumes, entre outras.

Nossos motivos são justos e por isso desejamos mais rigor no cumprimento às leis reguladoras em segurança bancária.

DESCREDITO POPULAR É IGNORADO. BANCÁRIOS RECLAMAM!

19.07 - 21.45
Fui perguntado dia destes de o porquê que alguns clientes criam cenas indesejáveis nas portas dos bancos, comparando com a necessidade de os aeroportos passarem todos os usuários pelos detectores de metais, sem maiores problemas. As mulheres por sua vez, reclamam que tiram até os sapatos dos pés por conta da existência de metais no acabamento destes.
Digo e repito que o problema é cultural e o interpelador completou que em sua alegação ao cliente questionador, pergunta se ele sabe de algum banco que tenha sido assaltado, tendo instalada a porta giratória no acesso as dependências da agência.
Os políticos desconhecem os traumas causados a clientes, aos bancários e seus familiares, vitimados por um sequestro ou o roubo de uma agência bancária, mesmo que sem as fatalidades. A síndrome do pânico abala mentalmente o sequestrado e sua família, a ponto de o bancário pedir demissão para sobreviver ao trauma e quando recuperado, percebe que não tem mais emprego e passa viver de “bicos”.
Sem a segurança bancária o trabalhador vê sua saúde se esvair. A justiça só é feita quando analisam os processos impetrados.

Precisamos de prevenção e é assim que vemos as leis. Elas devem ser cumpridas para evitar um mal maior contra o ser humano e sua frágil saúde!

O QUE FAZER QUANDO O CLIENTE RECLAMA DAS PORTAS GIRATÓRIAS?

19.07 - 21.44
Fico feliz quando o bancário justifica a verdadeira razão da colocação das referidas portas, mas na verdade alguns gerentes, por falta de argumentação ou por vestir a camisa do banco até para dormir, acabam concordando com o cliente para evitar descontentamento e quem sabe, conseguir vender mais alguns dos infinitos produtos de sua cesta diária de metas inatingíveis.
Lembro o caso de um gerente que contestava a necessidade de instalação da porta giratória em sua agência, até ser assaltado. Deste dia em diante, não conseguia tirar os olhos da entrada da agência, temerário por outra ocorrência criminosa. Quando um motor de carro estourava nas ruas, diziam os funcionários que ele só faltava se esconder debaixo de sua mesa.
Na verdade os bancos odeiam a ideia de respeitar a lei e a instalação das portas, quando elas existem. Isto significa segurança para bancários e clientes, enquanto que para os banqueiros é um gasto desnecessário e pregam a ineficiência das portas na mente de seus gerentes, que vendem o produto como compraram.
A verdade é que, enquanto o problema está na casa do vizinho, porque vou esquentar a cabeça? Depois de aberta a porteira, fica difícil segurar a boiada e o banqueiro prefere não gastar com as portas que significa pensar em segurança para seus comandados.

Temos que investir em segurança e melhorar as leis já existentes, a ponto de elas resultarem diminuição ou a desejada extinção dos crimes contra bancários e clientes!