domingo, 19 de outubro de 2014

A IMPUNIDADE ALIMENTA O CRIME!

19.10 - 19.34hs
Visivelmente este é o maior problema para o brasileiro que sobrevive do trabalho honesto!
Os criminosos chegam afirmar que o dinheiro liberta das prisões que deveriam corrigir e retirar os maus exemplos das ruas.
O trabalho honesto vem perdendo terreno para a marginalidade, que encontra brechas nas leis e ganham dinheiro, muito dinheiro.
O fantástico deste domingo falará dos abortos ilegais ou clandestinos e quem deveria estar preso aparece feliz e risonha, como se tivesse a chave da cadeia guardada no bolso e que a polícia não pode fazer nada contra esse poder!

Estes deveriam ter as chaves de suas celas jogadas em alto mar, para nunca mais mostrar os dentes de felicidade pelos erros cometidos contra um país que precisa de crédito, não de bandido!

Trabalho em equipe!

19.10 - 19.32hs
Um exemplo perfeito de trabalho em equipe é assistir uma corrida, uma maratona.
A frente de todos os corredores vão os chamados "coelhos", que são atletas com bom preparo físico, mas que são limitados a um percurso menor.
Os coelhos correm em uma velocidade mais alta e os atletas de ponta, aqueles que podem vencer a competição, acompanham bem próximos para manter a velocidade.
assim é na vida profissional ou pessoal, onde necessitamos de apoio e enquanto uns desenvolvem um trabalho mais físico, outros desenvolvem o trabalho intelectual.
A limitação de alguns não pode ser desdenhada, pois ela pode ser o complemento do trabalho em equipe, sem o qual é quase impossível obter sucesso.
Os bancos estão determinados diminuir ou acabar com os serviços administrativos que chamo de "coelho", privilegiando as vendas e o trabalho gerencial, que se consideram os responsáveis diretos pela PLR gorda ao final do ano.

Mas não se iludam, um depende do outro e a prova vem no período grevista, onde os gerentes passam aperto para manter as máquinas funcionando, serviço essencial para o sucesso final.

sábado, 18 de outubro de 2014

CAMPANHA NACIONAL UNIFICADA!

18.10 - 23.40hs
Este é o grande diferencial entre as negociações de antigamente e a dos 10 últimos anos.
Houve um tempo em que os bancos privados sonhavam ter um salário compatível com o salário do Banco do Brasil, maior referencial da categoria.
Então vieram aqueles 08 longos anos de reposição 00% para BB e CEF, que achatou os salários daqueles funcionários a valores próximos dos bancos particulares.
A diferença era que BB e CEF negociavam em separado e quantas vezes a greve dos bancos privados estava em andamento, enquanto os bancos públicos mantinham suas portas abertas e bastava uma negociação que encerrasse a campanha dos privados para o início imediato da greve dos bancos públicos.
Hoje a negociação salarial sobre o índice é única, variando nas especificidades dos bancos que tenham problemas individualizados, que mereçam acordos paralelos.
A luta no passado era dividida ou sem unicidade e a medição de forças entre a categoria só enfraquecia um ou outro lado, favorecendo o patrão. Este tempo esta distante mais de 10 anos e nossa realidade é outra.
O que precisamos e retomar aquela velha garra e conscientização de que parar é um direito e que a PLR virá maior, se o ano for bom e não por quanto durará a greve.
Quando a PLR chegar, veremos que pouca coisa mudou e que o esforço feito furando a greve de nada adiantou para nossos bolsos!

Mas sua diretoria estará eternamente feliz!

UMA GREVE SÓ ACABA QUANDO A ASSEMBLÉIA DEFINE PELO SEU FIM!

18.10 - 23.39hs
Não existe isso de voltar trabalhar porque eu acho que a proposta é boa.
A greve só acaba quando a assembleia define por isso, seja por ampla maioria ou por unanimidade.
O fato de o trabalhador retornar ao seu posto de trabalho não serve como referência, senão o quadro pode mudar dependendo de quem for à assembleia.
Vamos supor que alguns funcionários fizeram o julgamento de que a contraproposta foi boa e retornaram ao trabalho às 10 horas da manhã, com a assembleia marcada para as 19 horas daquele mesmo dia. Outros trabalhadores tiveram a impressão de que a proposta não foi boa e não retornaram ao trabalho, se dirigiram a assembleia e votaram contra a aceitação.
A assembleia é soberana e quem nela votar, tem prioridade sobre aqueles que se ausentaram.

Imaginou o impasse! Ano que vem tem mais, vamos ver se a conscientização falará mais alto!

CRÍTICAS SOBRE INDICATIVO DO COMANDO DE ACEITAÇÃO DA CONTRAPROPOSTA!

18.10 - 23.37hs
O comando nacional dos bancários foi criticado por sua postura de indicar a aceitação da contraproposta patronal e poucos entendem este procedimento.
Participando das negociações há alguns anos, posso afirmar que entre o reivindicado e o conquistado existirá sempre uma diferença que é difícil de ser atingida.
Só conseguiremos atingir o máximo reivindicado quando todos os trabalhadores ou sua grande maioria estiver disposto fazer greve.

Sabemos onde podemos chegar e os informes de todo o território nacional dão conta de como andam as paralisações e outras peculiaridades. Quando o bancário faz de conta que está em greve e abre seu terminal de trabalho com seu cartão e senha, não existe greve que suporte por muito tempo.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

AGENDAMENTO DE CONVERSA COM O PROCON DE SOROCABA!

16.10 - 0019hs
Diante de muitos descasos e descumprimentos de leis municipais em nossa cidade, estou agendando uma reunião com o PROCON de Sorocaba.
Precisamos colocar nossa postura de que a lei deve ser cumprida independente de poder Aquisitivo ou influência política, afinal nosso desejo é melhor atender e propiciar segurança aos usuários bancários.
Muito do faz de conta nos bancos deve acabar, ou conseguimos mostrar isso aos órgãos competentes ou vamos descobrir onde este fio largou sua ponta e amarra-lo novamente ao novelo.

Já tenho o contato, falta o agendamento com data e horário!

DIVISÓRIAS MAL COLOCADAS!

16.10 - 0019hs
Visitando as agências da região norte de Sorocaba, pude verificar que alguns bancos fazem de conta que cumprem a lei das divisórias, mas permitem visões laterais das transações realizadas em seus caixas, o que expõe clientes a riscos de assaltos.
A culpa do banco não pode ser repassada aos funcionários, que cumprem o que seus departamentos de engenharia projetam e estes tem qualquer outra coisa na cabeça menos a prevenção de assaltos conhecidos nacionalmente como saída de banco.

Vamos apurar e levantar as falhas e novamente encaminha-las ao setor de fiscalização da Prefeitura de Sorocaba.